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Titular da Educação avalia maioria “esmagadora” de funcionamento das escolas municipais na voltas às aulas


 O secretário municipal da Educação de Salvador, Marcelo Oliveira, avalia que a maioria “esmagadora” das escolas municipais funcionam na manhã desta segunda-feira (3), neste primeiro dia de retorno das aulas na capital. De acordo com o titular da pasta, são 433 unidades na cidade e, desse total, pelo menos, 424 estão ativas, conforme o acompanhamento das instituições nesse primeiro momento. 


“Nove escolas precisaram passar por readequações estruturais e dentro de duas semanas estarão funcionando. Estive pela manhã em uma unidade da região do subúrbio e vi o entusiasmo das crianças de retornar para as salas”, disse Oliveira em entrevista ao apresentador José Eduardo, na rádio Metrópole. 

Além da imunização dos trabalhadores da educação, Oliveira detalhou que as escolas estão equipadas e que as turmas serão escalonadas para evitar aglomeração. “O professor vai se deparar com 10, 15 alunos por vez, antes de entrar haverá aferição de temperatura e disponibilização de álcool gel. Os pais, por exemplo, não poderão acessar as escolas para evitar circulação de adultos com exceção dos trabalhadores, os recreios também serão em diferentes horários para as turmas, todo o cuidado foi tomado para ter um retorno seguro”. 

O gestor criticou a exigência da categoria de professores que estima o retorno das aulas para daqui a quatro meses, quando será o período em que estarão completando o esquema vacinal. “O diálogo com a APLB está aberto, uma reunião já foi agendada com o prefeito para apelar para o bom senso dos professores. Com o prazo que eles dão teremos mais um ano perdido, e é extremamente prejudicial para o desenvolvimento das nossas crianças”. 

O titular revelou ainda que a pasta fez um convênio com a Universidade Federal da Bahia (UFBA) e Escola Bahiana de Medicina (EBMSP) para acompanhar as escolas municipais nesse retorno e verificar, com a ajuda de uma equipe multidisciplinar, o impacto da retomada sobre a curva de contágio com as pessoas que tem relação com aquela unidade. 

“Tivemos essa preocupação e consultamos diversos estudos que apontam que não há influência das atividades escolares sobre a taxa de infecção na cidade”, explicou Oliveira. /


 Por: Reprodução/ Youtube  Por: Redação BNews

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