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Walter cita relação de pai e filho com PC e recomeço na chegada no Vitória: “Hora da volta por cima”

 


Uma das principais contratações do Vitória neste início de temporada, o atacante Walter, de 31 anos, falou pela primeira vez como jogador do clube, em coletiva, na manhã desta quinta-feira (11).

Cotado para estrear no Ba-Vi deste sábado (13), no Barradão, pela Copa do Nordeste, o jogador falou sobre suas expectativas em relação ao clássico durante a entrevista. 

“Sem dúvida é um jogo diferenciado, é um campeonato à parte. Eu, graças a Deus, já joguei muitos jogos assim. Gre-Nal, Athletico x Coritiba, já estou acostumado um pouco. Estou bem concentrado, bem treinado, se o técnico optar por mim, estarei bem”, afirma.

Ressaltando a boa relação com o presidente do Leão, Paulo Carneiro, como um ponto importante na negociação, o jogador espera um recomeço no time baiano

“Tive sim outras propostas, mas tenho uma amizade muito boa com o nosso presidente (Paulo Carneiro), uma relação de pai e filho.Tenho um carinho muito grande por ele, me ajudou muito no Athletico Paranaense, ele conversou comigo e eu aceitei. O Vitória é um time grande, que tem que dar a volta por cima, como o Walter, e eu penso que isso vai acontecer esse ano”, declara.

Questionado sobre o peso, o jogador, famoso pelos ‘kilinhos’ a mais, deixou claro que está apto para atuar após um período intenso de treinamentos no CT Manoel Pontes Tanajura. 

“Me sinto muito bem, porque sei que preciso me cobrar. Aqui o grupo cobra sobre isso, o presidente também cobra, eu, que é o mais importante, também me cobro bastante. Fiquei esses dias treinando, perdi bastante peso. Hoje me sinto em condições de atuar tanto de 10, como 9, onde o professor optar por mim”, explica.

Por fim, o atacante, que passou pelas categorias de base Rubro-negra, deixou uma mensagem para a torcida neste retorno ao time após mais de uma década.

“Primeiramente, quero agradecer o carinho da torcida. Esperem muita luta, muita vontade de vencer. Eu cheguei aqui no Vitória com 15 anos. Eu sentava na arquibancada, assistia aos jogos, e imaginava jogar para a torcida, graças a Deus, chegou esse momento (...) Vai ser marcante para mim, depois de 16 anos. Saí de casa chorando, com minha mãe chorando, porque era muito novo, falei que ia atuar pelos profissionais, que pena que não deu naquela época, mas agora, sim. Também quero agradecer ao presidente pela força que ele fez para me trazer, sou muito grato a ele, muito grato a todos”.

Redação Galáticos Online

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