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Com presidente do conselho de ética e possível relator, futuro de Daniel Silveira passa pelo DEM


 Após ser acusado de apoiar ocultamente o deputado federal e hoje presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), o Democratas terá a chance de mostrar independência em relação ao Planalto na definição do destino do deputado bolsonarista Daniel Silveira (PSL-RJ).

O deputado do PSL do Rio foi preso em flagrante na última terça-feira (16) por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal). Retomado por decisão da Mesa Diretora, o Conselho de Ética da Casa será presidido por Juscelino Filho (DEM-MA) até março, quando haverá nova eleição.

Além disso, caso o PSL opte pelo aditamento em representação que existe contra Silveira (uma via para que o processo seja agilizado), o relator será Alexandre Leite (DEM-SP), filho de Milton Leite, presidente da Câmara Municipal de São Paulo e aliado de João Doria (PSDB-SP).

Retomado por decisão da Mesa Diretora, o Conselho de Ética da Casa será presidido por Juscelino Filho (DEM-MA) até março, quando haverá nova eleição.

Além disso, caso o PSL opte pelo aditamento em representação que existe contra Silveira (uma via para que o processo seja agilizado), o relator será Alexandre Leite (DEM-SP), filho de Milton Leite, presidente da Câmara Municipal de São Paulo e aliado de João Doria (PSDB-SP).

Milton Leite disse que o DEM representa o centro moderado, "não tolera radicalismo nem intolerância. Temos alinhamento com pautas, não com o presidente [Jair Bolsonaro]. Não somos oposição ao governo e não somos aliados das más ideias".

"O relatório não pode representar uma vontade do partido. O conselho trata da vida, da situação jurídica de outro parlamentar. Não pode ser expressão de questões político-partidárias", completa.

O Democratas entrou em crise após deixar de apoiar Baleia Rossi (MDB-SP), candidato apoiado por Rodrigo Maia (DEM-RJ) e adversário de Arthur Lira, aliado do Palácio do Planalto. Maia prometeu deixar o partido.

O presidente do DEM, ACM Neto (BA), disse à Folha que não descarta apoiar Bolsonaro em 2022. Acusado de ser adesista, disse ao Painel que são falsas as impressões de aproximação do seu partido com o governo e que o DEM se manterá independente.

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 Por: Redação BNews

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