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"Acho que hoje vai dar Zé em Feira e em Conquista", destaca Solla


 O deputado federal Jorge Solla (PT) está atuando como delegado de urna no segundo turno da corrida eleitoral para Prefeito de Vitória da Conquista, onde o deputado estadual de seu partido, Zé Raimundo (PT), enfrenta o atual prefeito da Suíça Baiana, Herzem Gusmão (MDB), que tenta reeleição.

O parlamentar afirmou ao BNews que acredita que o Partido dos Trabalhadores (PT) saíra vitorioso em Conquista e em Feira de Santana, cidades onde disputam contra os atuais gestores filiados ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB). Ele avalia que a pandemia do novo coronavírus afetou o modo de fazer campanha e fez com que grande parte dela ocorre-se nas redes sociais.   

“A expectativa é muito grande, muito positiva. Acho que hoje vai dar Zé [Raimundo e Neto] em Feira e em Conquista, duas eleições importantes e o PT será vitorioso. Eleição difícil, diferente de tudo que estamos acostumados, o contato foi muito limitado. Tivemos que ter muito cuidado nesse processo todo. Foi uma eleição onde aprofundamos o uso das redes socais e das mídias”, explicou Solla em entrevista ao BNews.

Em entrevista ao BNews, o deputado federal fez duras críticas ao governo Herzem Gusmão (MDB), que “fechou 27 escolas na zona rural, fechou postos de saúde e fez com que o transporte escolar praticamente fosse destruído”.

Solla lamenta que a gestão do MDB tenha “desqualificado políticas públicas que foram bem construídas em 20 anos de PT” no município: “Conquista era referência em gestão municipal, na saúde, educação e assistência social. Infelizmente, o desastre dessa gestão vai precisar de um processo intenso de reconstrução; mas acredito que Zé será capaz de reconstruir a cidade e as políticas públicas”.

CMO

O deputado federal lamenta que o embate pela presidência da Câmara dos Deputados entre o grupo do atual presidente, Rodrigo Maia (Dem), e o comandado pelo deputado federal e líder do Centrão, Arthur Lira (PP), esteja “prejudicado bastante os trabalhos” na Casa.

“A expectativa é que nos primeiros 15 dias de dezembro tenha-se um esforço para aprovar a LDO, para permitir que o governo tenha 1/12 avos da execução a partir de janeiro. O líder do governo, Ricardo Barros (PP), está falando, inclusive, de levar direto ao plenário [a LDO], sem passar pela CMO. Isso é muito ruim, porque o orçamento que foi mandato pelo governo retira R$ 38 bi para saúde, corta recursos de várias áreas estratégicas, fundamentais e prioritárias; e nós vamos ter dificuldade para fazer esse debate direito no plenário, sem ter os momentos necessários de reflexão e negociação anteriores”, avalia Solla.  / Por: Pedro Vilas Boas e Raul Aguilar


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