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Léo relembra início no Vitória e lamenta reestreia adiada pela pandemia


Assim como muitos jogadores de futebol, Léo não passou por todas as categorias de base antes de se profissionalizar. O lateral-direito chegou aos Vitória com 17 anos, já no Sub-17, e cerca de e um ano depois vestiu a camisa do time principal do Rubro-Negro.
Hoje, aos 28 anos, o jogador retornou ao clube onde iniciou a carreira e relembrou o começo em entrevista ao repórter Anderson Matos, da Equipe dos Galáticos. "Cheguei no Vitória com 17 anos. Antes eu estava na escolinha de São Marcos (bairro de Salvador), onde nasci e fui criado. Fui emprestado para disputar a Copa 2 de Julho em um time do Interior. Quando acabou a competição, fui levado para fazer um teste no São Paulo, mas não fui bem lá. Me desanimei e ia desistir do futebol, mas o professor Paulinho, treinador da escolinha, pediu que eu não desistisse e que retornasse para tentar o teste no Vitória. Deu certo. Em 2010, com o professor Ricardo Silva, fiz a estreia no profissional e fiquei até 2012, quando saí para o Athletico-PR".
O atleta também relembrou as dificuldades do início, quando criticado pela torcida em alguns jogos. "É normal com jogador que está chegando. O torcedor quer ver resultado e acaba não tendo paciência com atleta que vem da base, que está subindo ainda sem experiência e em aprendizado".
E foi justamente no segundo clube da carreira que o lateral acredita ter atingido sua melhor performance. "Meu melhor futebol foi no Athletico-PR. É um clube que gosto muito, fui muito bem tratado. No Flamengo, me machuquei muito e não pude mostrar meu futebol", destacou o atleta, que também defendeu o Internacional, Coritiba, Fluminense e Avaí.
Ele também justificou a troca do Athletico pelo Coxa, o maior rival do Furacão. "Foi uma turbulência que teve no Athletico. Como minha esposa estava para ter meu filho, eu optei por ficar em Curitiba, onde já estava com casa, e acabei aceitando a proposta do Coritiba".
Mas, o tempo passou e, mais experiente, Léo voltou à Toca oito anos após a sua saída, em 2012. Porém, anunciado pouco tempo antes da pandemia do coronavírus, ele sequer foi apresentado e teve sua reestreia adiada.
"Passei dois meses e pouco parado, além de dezembro, que é o mês de férias dos atletas. Estava precisando fazer uns treinos ainda. Mas, quando estava próximo de treinar com o grupo e poder estrear, aconteceu essa pandemia", afirmou.
Apesar da ansiedade pela reestreia, o lateral garantiu estar bem e se preparando, em casa, para o retorno aos treinos. "Graças a Deus estou bem. Estou em casa, onde fui nascido e criado. Treinando em casa, academia funcional, para me manter em forma. Orando e fazendo meus trabalhos físicos em casa", concluiu.  / Por: Divulgação / EC Vitória 

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