Corpo é encontrado no Alto Santo Antônio e tem dificuldade de ser removido devido ao estado de gigantismo em S.A. de Jesus

Um corpo foi encontrado por moradores do bairro Alto Santo Antônio, por volta desta quinta-feira (15). Os residentes entraram em contato com o Recôncavo FM e esclareceram que o corpo do homem identificado por Manoel dos Santos de Jesus, de 63 anos, conhecido como Neca, estava entrando em estado de decomposição, sendo que o falecido estava dentro de casa sem sinais de violência. Segundo a denunciante, a Policia Civil e o DPT (Departamento de Polícia Técnica) compareceram ao local, mas não removeu o corpo, afirmando que a Secretaria de Saúde do Município era responsável pela remoção, “deu 19h da noite e ligamos para todos os órgãos possíveis para remover, mas até agora nada. O corpo está em decomposição e o odor está muito forte, os especialistas vieram para constatar o óbito, mas eles nem entraram na casa para ver como estava o estado. Ele tinha problemas de saúde e encontramos o mesmo dentro de casa, contudo, suspeitamos que sua morte ocorresse na última segunda para terça-feira. Pediram-nos para ligar para o Instituto Médico Legal Nina Rodrigues em Salvador para enterrar as partes do corpo, pois ele já está muito inchado, sendo que não dá para passar nem pela porta de casa”, declarou. 
Após o comunicado, o coordenador do Departamento de Polícia Técnica de Santo Antônio de Jesus, afirmou em entrevista que o corpo está em estado de gigantismo, entretanto, o DPT só poderá recolhê-lo se a Polícia Civil autorizar, “o corpo faleceu entre segunda e terça feira, e o mesmo está em estado de gigantismo, entretanto, o DPT só foi comunicado nesta quinta-feira. Para que a Polícia Técnica possa retirar o corpo, é necessário que a Polícia Civil expresse uma guia policial nos dando encaminhamento legal para que a gente possa retira-lo. O corpo estava dentro da residência sem sinais de violência, isso significa que ele teve morte natural. O mesmo tinha acompanhamento médico e quadros clínicos de ter diabetes e doença de Chagas, então, o que era pertinente no momento era que Secretaria de Saúde enviasse um médico com um atestado de óbito, que posteriormente seria entregue aos cuidados da funerária para retirar o corpo. Entretanto, o atestado já foi emitido, tendo apenas a dificuldade para removê-lo devido a seu estado de gigantismo. Enviarei uma equipe para ajudar, essa é a realidade, para que não achem que a Polícia Técnica fez corpo mole”, concluiu.
(Voz da Bahia)