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PSD ainda não tem nome e nem foi procurado para indicar substituto de Pelegrino na Sedur


 Uma das quatro cadeiras que se encontram sem os titulares no primeiro escalão do governador Rui Costa (PT), a secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur), vacante desde a saída de Nelson Pelegrino que rumou para o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), ainda não tem ainda um quadro do PSD para assumir a função. E o partido ainda não foi sondado oficialmente para proceder com a articulação. A vaga, até então, é dos pessedistas. 

A secretaria está sob a batuta por Anada Teixeira Costa Lage, atual chefe de gabinete, que foi designada por Rui para acumular o cargo de secretária da pasta até o chefe do Executivo baiano escolher o novo nome.

Pelo apurado, tem sido difícil encontrar um nome do campo político ou com mandato que aceite a missão sem ter também a Conder, hoje com um indicado de Rui, o ex-vereador Zé Trindade (PSB). 

Estavam recorrentes as especulações para o nome de Zé Nunes (PSD), deputado federal, que não concorrerá reeleição. Nunes pavimenta o filho, Gabriel, para o posto. Essa articulação beneficiaria Paulo Magalhães (PSD) em um primeiro momento e Manassés (PSD) em um segundo momento.  

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Magalhães é suplente na Câmara Federal, cuja permanência, atualmente, com mandato, acontece por causa da continuidade de Josias Gomes (PT) na secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), contudo, o petista deve retornar em abril, para se desincompatibilizar e concorrer a reeleição. 

Manassés assumiria temporariamente enquanto Gomes não retornava, pois nessa movimentação, dois suplentes seriam contemplados. 

Está totalmente descartado um retorno de Sérgio Brito (PSD), que estava na pasta e deixou a função para se dedicar a seu mandato na Câmara Federal. 

Procurado em Brasília pela equipe do BNews, o senador Otto Alencar (PSD) confirmou as informações apuradas de que não indicou nenhum nome e não foi procurado ainda para ter qualquer tipo de conversa sobre o assunto por parte do governo. Sobre as especulações dos quadros mencionados, também negou que houvesse articulação. 

Classificação Indicativa: Livre


Por: Reprodução  Por: Victor Pinto, de Brasília

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