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Dabove diz que salários atrasados não interferem em campo e minimiza erros defensivos: “De jogo”


 O Bahia foi batido novamente no Campeonato Brasileiro. Dessa vez, a derrota custou a manutenção do time fora do Z4. Isso porque, a derrota para o Inter por 2 a 0, no Beira Rio, combinada com o triunfo do Juventude, os comandados de Dabove caíram para 18ª posição na tabela com apenas 23 pontos conquistados em 22 partidas disputadas. 

Após a partida, o técnico Diego Dabove negou que os salários atrasados tenham interferência no rendimento do time em campo.

“Creio que [salários atrasados] não [influenciou]. É difícil se dedicar a isso totalmente. É uma situação mental, sim. Mas, na análise de futebol que tenho que fazer, não [influenciou]. Temos que aceitar que, no primeiro tempo, não jogamos bem, foi um primeiro tempo muito ruim. O segundo tempo foi muito mais parecido com o que a equipe vinha fazendo. A respeito a situação e protesto dos jogadores, são situação normais no futebol. Tenho 20 anos de futebol e vivi isso várias vezes. Passa. Seguramente, chegarão a um acordo e o melhor final para todos", disse.

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Alvo de críticas constantes da torcida, o meia Óscar Ruíz e o zagueiro Lucas Fonseca tiveram nova oportunidade no time titular, porém, mais uma vez, não renderam. Na visão do treinador, o jogador paraguaio tem mais para apresentar à torcida.

“Jogaram, porque pensamos que eram os melhores para esse momento. Fonseca fez uma grande partida na semana passada. E o Óscar Ruíz vinha fazendo dentro do que pedia bem. Eu o conheço, tem mais para dar”.

Por fim, o comandante se mostrou insatisfeito com a bola aérea defensiva de sua equipe, mas minimizou os gols levados neste domingo. 

“Com relação à bola aérea, é uma situação que vínhamos bem, sem maiores problemas. E hoje acredito que conseguiram, em duas oportunidades, e terminamos pagando caro. Tem coisas a trabalhar que têm mais a ver com concentração e com o momento da partida do que com o trabalho. Vínhamos trabalhando bem. São situações que acontecem no futebol. Falaremos, mas não é para ser um drama maior. Vamos corrigir, trabalhar. São situações pontuais que têm a ver com concentração. Não é para ser um drama. Estávamos muito bem”.

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Classificação Indicativa: Livre


Por: Felipe Oliveira/EC Bahia  Por: Redação Galáticos Online

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