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Ministério da Saúde quer aditivo de R$ 18 milhões em contrato assinado por Roberto Dias com empresa alvo da CPI


 Paralelamente ao avanço das investigações da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, o Ministério da Saúde assinou um despacho para cancelar um termo aditivo assinado pelo ex-diretor de Logística da pasta, Roberto Ferreira Dias, acusado por Luiz Paulo Dominghetti de pedir propina em uma negociação por vacina. O acréscimo no contrato com a VTLog, empresa alvo da CPI, é de R$ 18 milhões.

Dias é um dos principais investigados pela Comissão, que também tenta apurar a sua relação com empresários e políticos como o deputado Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo na Câmara. O pepista foi citado por Luís Miranda (DEM-DF) como o nome que Jair Bolsonaro teria indagado sobre uma suposta relação com a negociação incomum da Covaxin.

Segundo informações do Globo, o documento revela que o órgão é contra um termo de reequilíbrio financeiro que, entre outros pontos, estabelece um aumento de 380% no preço do quilo transportado por via aérea com relação ao acordado inicialmente.

O aditivo ainda não foi anulado, mas a intenção já foi mencionada em um despacho da Coordenação-Geral de Logística de Insumos Estratégicos de Saúde (CGLOG), subordinada à Diretoria de Logística, hoje sob o comando de Ridauto Fernandes.

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 Por: Edilson Rodrigues/Agência Senado 

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