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Bruno Reis diz que acordo com rodoviários depende do TRT e avisa: "Não adianta fazer manifestação"


 Em mais uma manhã em Salvador com a paralisação de rodoviários que atuam na bacia da Concessionária CSN, o prefeito Bruno Reis (DEM) afirmou nesta sexta-feira (9), em entrevista ao Jornal da Manhã, da Rede Bahia, que o acordo com a categoria depende somente da homologação do Tribunal Regional do Trabalho (TRT).

Ele pediu reconhecimento por parte dos trabalhadores do empenho da Prefeitura em resolver o impasse e diz que as paralisações prejudicam somente a população que precisa do serviço.

"O que o município fez, com o intuito de ajudar e tem que ter o reconhecimento de todos os rodoviários, foi reconhecer os créditos da antiga empresa CSN, para que pudesse honrar com os pagamentos trabalhistas.Mas o acordo agora depende da homologação da Justiça do Trabalho, tem um rito a ser cumprido, e assim que o acordo for homologado vai permitir que o prefeito tenha condições legais de contribuir com esse processo", explica. 

"Já dissemos que essas paralisações só penalizam os cidadãos e não tem efeito prático nenhum, pois os ritos precisam ser cumpridos", complementou.

Segundo o prefeito, a presidente do TRT da 5ª Região pediu licença, o que atrasou o processo, uma vez que o vice-presidente precisa analisar novamente o acordo.Nesta quinta-feira (8), Bruno Reis foi novamente à Brasília para tratar da ajuda ao transporte público, que tem sido um problema recorrente em diversas cidades do país. 

Existe uma dificuldade já que o sistema não consegue mais ser custeado pelas passagens e, que no caso das gratuidades como a de idosos, que foi instituída por Lei Federal, poderia ter a ajuda da União. Apesar da tentativa, o prefeito voltou "com preocupação" da capital federal.

"Voltei de Brasília com preocupação, não tem sinalização concreta de que pode ter recursos para auxiliar o transporte público [...] Salvador transportava 28 milhões por mês, hoje estamos com 10 milhões. É 74% da frota transportando 38% dos passageiros, tem um 'gap' e os empresários estão cobrando da Prefeitura o pagamento deste desequilíbrio", acrescentou.

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Por: Reprodução/TV Bahia 

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