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PF diz ao Supremo que investigação já identificou crimes cometidos pelo presidente do Ibama


 Em documento enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), a Políci Federal informou que a investigação inicial já conseguiu identificar crimes praicados pelo presidente do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), Eduardo Fortunato Bim, na operação que tem como alvo ainda outros servidores o Ministério do Meio Ambiente.

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, está no radar da PF. 

Eduardo Bim teria facilitado a ação de contrabandistas e imposto dificuldades para a fiscalização ambiental, justamente a área que seria responsável por fiscalizar. Ainda há suspeitas de outros crimes, segundo a Folha de S. Paulo, mas que não podem ainda ser comprovados.

Ele participou de uma reunião com empressários e polícios para discutir modelos mais flexíveis de fiscalização. Por ordem do ministro do STF, Alexandre de Moraes, o presidente do órgõa foi afastado o cargo por 90 dias.

"Cremos que a documentação e demais dados coligidos nos presentes autos", diz a PF. Até o momento, os indícios "apontam, fortemente, para a possível existência de grave esquema de facilitação ao contrabando de produtos florestais, dentre outros crimes".

Em nota, o Ibama afirmou que "os fatos serão plenamente esclarecidos nos autos do inquérito".

A defesa do ministro Ricardo Salles comunicou que "todas as questões relativas à investigação serão prestadas nos autos do inquérito, tão logo se tenha acesso". //Agência Brasil 

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