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Brasil segue regimes comunistas e autoritários em voto contra retirada da maconha da lista de drogas perigosas

 


A retirada da maconha da lista de drogas com maior potencial de danos por uma comissão da Organização Mundial de Saúde (OMS) nesta quarta-feira (2), foi aprovada em uma votação apertada dos países membros, com 27 votos a favor, 25 contra e uma abstenção.

O Brasil, presidido por Jair Bolsonaro, votou contra a reclassificação da cannabis.

Não é segredo que o atual governo defende políticas proibicionistas e pouco progressistas no que tange o uso da planta, mas a postura adotada pelo país na votação foi a mesma de países que são considerado ideologicamente contrários ao governo brasileiro, como Cuba e China, classificados como regimes comunistas e politicamente inimigos do Palácio do Planalto.

O único país a se abster da votação foi a Ucrânia.

Com a exceção de países como Chile e Peru, e do Japão, que também votaram contra a mudança, o restante dos países-membros da ONU que seguiram o mesmo posicionamento são reconhecidos por políticas autoritárias, como Hungria, Rússia, Egito, Argélia e Cazaquistão.

Por: Luiz Felipe Fernandez

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