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Ministro das Relações Exteriores rebate Maia e defende visita de secretário dos EUA à operação em Roraima


 Depois do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, ver como uma afronta à diplomacia a visita do secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, a uma operaço contra o narcotráfico em Roraima - há pouco mais de um mês para as eleições presidenciais americanas - o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo decidiu se pronunciar.


Em nota publicada pelo Itamaraty, ele rebateu Maia e negou que a prática influencie na "autonomia" do país. Segundo Ernesto, a Venezuela mantém o seu regime "aliado ao narcotráfico", o que coloca em risco a fronteira brasileira.

"O povo brasileiro preza pela sua própria segurança, e a persistência na Venezuela de um regime aliado ao narcotráfico, terrorismo e crime organizado ameaça permanentemente essa segurança. O povo brasileiro tem apego profundo pela democracia e o regime Maduro trabalha permanentemente para solapar a democracia em toda a América do Sul", disse o ministro.

Ele destacou que os Estados Unidos doaram US$ 50 milhões para a Operação Acolhida e que Mike Pompeo anunciou que a doação de mais US$ 30 milhões. Esta prática seria comum do país, que se sobressai no combate ao regime opressor de Nicolás Maduro.

Ernesto lembrou que uma comissão de Direitos Humanos da ONU, criada com a ajuda do Brasil, verificou que Maduro e membros do governo da Venezuela "cometeram crimes de lesa-humanidade ao praticarem sistematicamente a tortura, assassinatos, prisões arbitrárias e outras atrocidades".

O líder da pasta declarou ainda estar "orgulhoso" de fazer parte de uma parceria celebrada entre o presidente Jair Bolsonaro e o norte-americando Donald Trump, que une as "duas maiores democracias das Américas".

"Muito me orgulho de estar contribuindo, juntamente com o Secretário de Estado Mike Pompeo, sob a liderança dos Presidentes Jair Bolsonaro e Donald Trump, para construir uma parceria profícua e profunda entre Brasil e Estados Unidos, as duas maiores democracias das Américas. Só quem teme essa parceria é quem teme a democracia", finaliza. /Por: Marcello Casal Jr./Agência Brasil


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