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Fiocruz diz que Manaus vive segunda onda da Covid-19 e propõe lockdown


 Uma Pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) mostrou que Manaus vive uma segunda onda de casos da Covid-19. O epidemiologista e autor do estudo, Jesem Orellana, sugeriu a adoção de lockdown para conter a circulação do vírus e, por isso, o Governo do Estado determinou, desde a sexta-feira (25), o fechamento de bares e casas noturnas.

A cidade já soma 49.237 pessoas infectadas e 2.487 mortes decorrentes da Covid-19 e deu início à fase de flexibilização do isolamento em junho, quando houve redução dos casos. Ainda segundo o pesquisador, há um "aumento sustentável da incidência ou de casos novos de síndromes respiratória aguda grave em Manaus há mais de quatro semanas".

De acordo com o governo, a Vigilância Epidemiológica confirmou o aumento de casos nas últimas semanas devido, principalmente, a aglomerações e a realização de festas clandestinas. Em média, o Amazonas confirmou 7 novas mortes por dia na última semana, uma variação de 6% em relação à média de 14 dias antes.

Além do fechamento de bares e casas noturnas, foi decretado também a redução no horário de funcionamento de restaurantes e lojas de conveniência, até as 22h, com validade de 30 dias.

Lockdown
Para o pesquisador, as restrições anunciadas são insuficientes para conter a circulação do vírus na cidade. Ele defende lockdown em Manaus pelo período de 14 dias. "Para você conseguir conter a circulação do vírus não há outra solução que não seja o lockdown e o lockdown rigoroso em que você consiga fazer uma fiscalização efetiva da mobilidade", afirmou. / Por: Divulgação 

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