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Feira de Santana: Com caixão, professores protestam contra prefeitura e alegam corte nos salários


 A APLB Feira realizou na manhã desta terça-feira (29), uma manifestação por ruas do Centro de Feira de Santana, a cerca de 110 Km de Salvador. Durante o ato, que terminou na Câmara de Vereadores, os trabalhadores utilizaram um caixão para simbolizar o enterro do governo Colbert Martins. 

De acordo com a instituição sindical, o objetivo era denunciar a maneira como o prefeito vem tratando os professores, que tiveram até 70% dos salários cortados durante a pandemia. O ato contou também com a participação de camelôs, que foram obrigados a mudarem para o Centro Comercial Popular, mas alegam não terem condições de pagar o aluguel dos boxes. 

Procurada, a Prefeitura de Feira de Santana disse que quando as aulas foram suspensas por conta da pandemia, foram cortadas horas extras e valores referentes ao deslocamento, que são gratificações recebidas por professores que trabalham na zona rural. Mas por meio de nota, a prefeitura afirmou que os salários dos educadores no município superam o piso nacional.

Confira nota na íntegra:

Os salários pagos pela Prefeitura de Feira de Santana aos professores da Rede Municipal superam os valores determinados pelo piso nacional. No primeiro mês que passa a integrar o quadro do Município, o professor já começa com salário base de R$ 2.174,56, valor 66% maior que o piso nacional, que é de R$ 1.443,12 para 20 horas semanais. 

Ao longo da carreira, o professor da Rede de Educação de Feira de Santana vai agregando vantagens. Atualmente os maiores salários base chegam a R$ 6.856,79, superando em 100% o valor mínimo da remuneração definida pela legislação federal. Vale ressaltar que sobre estes valores ainda incidem as gratificações.  

Somente de janeiro a setembro o Governo Municipal investiu R$ 107 milhões para pagamentos de professores e demais funcionários da Rede Municipal de Educação.  /Por: Divulgação  

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