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Com a volta do comércio, secretário acredita em um 'pequeno pico' da Covid-19 em agosto


O secretário municipal de Saúde de Salvador, Leo Prates, afirmou na manhã desta segunda-feira (27), em entrevista à rádio Metróple, que ainda não é possível avaliar os possíveis impactos da reabertura das atividades econômicas na cidade nesta primeira fase do plano de retorno que entrou em vigor na sexta-feira (24), mas, um "pequeno pico" de contaminação da Covid-19 deve atingir Salvador em agosto. Ele disse ainda que no auge da doença, no final de maio, pensou que o sistema de saúde não iria suportar a alta demanda.
"Por enquanto é muito cedo para avaliar os impactos. O que posso dizer é que os lojistas estão conscientes e cumprindo os protocolos. Nós estamos com 72% de ocupação dos leitos de UTI. Uma avaliação [sobre impacto] só na próxima sexta, com clareza. Na verdade, o nosso objetivo sempre foi a normalidade (...) Entre os dias 20 e 30 de maio, eu cheguei a pensar que não iria ter jeito de não fazer um lockdown, com a pressão nas UPAs confesso que cheguei a pensar. A única medida possível aquela altura. Não iriamos conseguir fazer uma expansão de leitos de uma hora pra outra. Foi natural que em todo lugar que abriu ter uma leve subida e, depois, uma caída. É possível que a gente tenha um pico da doença em agosto, como aconteceu em outras cidades", disse.
Na manhã desta segunda, até às 5h30, sete pacientes esperavam nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA) uma regulação para leitos de UTI, a média por dia é de 30 pacientes. No pior da pandemia, disse o secretário, esse número chegava a 60. A gestão está recorrendo a decisão do Supremo Tribunal Federal que não autoriza o funcionamento e expansão de leitos para Covid-19 no Hospital Salvador. Atualmente, 20 leitos funcionam no espaço e a intenção da prefeitura é inaugurar mais 14. / Por: Dinaldo Silva/Bnews 

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