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Neymar tem nome registrado em auxilio emergencial; estafe nega pedido


Uma pessoa ainda não identificada utilizou o CPF e os dados de Neymar para solicitar à Caixa Econômica Federal o auxílio emergencial de R$ 600 reais para trabalhadores informais durante a pandemia do novo coronavírus. A solicitação chegou a ser aprovada e a entrar no cronograma de pagamentos, mas, no momento da publicação da reportagem, havia sido congelada e apresentava o status "em avaliação", por indícios de desconformidade com os requisitos.
A reportagem consultou diversas vezes o status da solicitação no site da Caixa. O registro contém o CPF, data de nascimento e nomes de familiares verdadeiros do jogador do PSG e da seleção brasileira. O estafe de Neymar afirmou que "evidentemente o jogador jamais solicitou o benefício e desconhece quem possa tê-lo feito". A nota ainda informa que "os representantes do jogador desconheciam a existência da solicitação até serem contatados pela reportagem".
O sistema tem sido alvo de fraudes nas últimas semanas. Willian Bonner, âncora do Jornal Nacional, denunciou no último dia 21 de março que o CPF de seu filho foi registrado para receber o benefício. Em contato com a reportagem, o Ministério da Cidadania afirmou que trabalha em conjunto com diversos órgãos, dentre eles Controladoria-Geral da União (CGU) e com o Tribunal de Contas da União (TCU) trabalhando contra fraudes. "Estes atos têm permitido a geração de trilhas de auditoria que são usadas para identificar, tomar ações de recuperação e retroalimentar com informações para a melhoria na análise de cada lote de solicitações do auxílio emergencial", diz o comunicado.
O Ministério ainda ressalta que tentativas de burlar os requisitos para receber o benefício são ilegais e estão sujeitas a penalidades. E avisa que a relação completa de quem tiver o benefício autorizado passará a ser publicada no Portal da Transparência nos próximos dias.
Um relatório do TCU levanta a hipótese que seis milhões de pessoas podem estar recebendo o auxílio indevidamente, o que totalizaria um rombo de R$ 3,6 bilhões por mês ao programa. /

Por: Reprodução /TV 

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