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Desembargadoras investigadas na Operação Faroeste negociam delação premiada


Duas desembargadoras investigadas na Operação Faroteste - que revelou esquema de vendas de sentenças no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) - estão negociando delações premiadas. As informações são da coluna de Guilherme Amado, da revista Época.
Segundo a publicação, as revelações das desembargadoras podem esmiuçar ligações perigosas com concessionários de serviços públicos, infraestrutura e transportes. 
Os investigadores já haviam encontrado evidências de venda de sentenças para grandes empresários baianos, geralmente envolvendo questões fundiárias.
Réus
Na última quarta-feira (6), o Superior Tribunal de Justiça (STJ) tornou réus os quatro desembargadores do TJ-BA que são investigados pela Operação Faroeste. Os ministros decidiram por unanimidade acompanhar o voto do relator, Og Fernandes.
Os réus, Maria do Socorro Barreto Santiago, Gesivaldo Nascimento Britto, José Olegário Monção Caldas e Maria da Graça Osório Pimentel são acusados pelo Ministério Público Federal (MPF) de venderem sentenças em casos de grilagem de terra no Oeste baiano. Os juízes Sérgio Humberto de Quadros Sampaio, Márcio Reinaldo Miranda Braga e Marivalda Almeida Moutinho, além do suposto idealizador do esquema, Adailton Maturino, também foram denunciados pelo MPF. Outras oito pessoas foram investigadas na operação e também responderão à ação penal no STJ. / Por: Yasmin Garrido/Arquivo BNews 

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