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Ana Hickmann comemora absolvição do cunhado: 'Mais uma vez a justiça foi feita'

A Justiça de Minas Gerais manteve, na tarde desta terça-feira, a absolvição do empresário Gustavo Correa, cunhado de Ana Hickmann. Pelo Instagram, a apresentadora comemorou a decisão dos desembargadores:

Ele tinha sido absolvido em primeira instância da acusação de matar Rodrigo Augusto de Pádua, que se dizia fã e e planejou atentado contra a apresentadora, em 2016, no Hotel Caesar Business, em Belo Horizonte. O Ministério Público (MPMG) recorreu e a decisão do Tribunal de Justiça saiu nesta tarde.
Foto: reprodução / Instagram

Gustavo Correa acompanhou o julgamento do recurso contra ele no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que começou por volta das 13h30. O primeiro voto do relator, o desembargador Júlio César Lorens, foi pela manutenção da absolvição. Os outros dois votos seguiram o relator.

O cunhado da apresentadora disse que se sentiu aliviado quando ouviu o voto do relator pela absolvição e que acredita que o pesadelo acabou. Para ele, foi o fim de um pesadelo que vivia desde 2016.

"Foram três votos a zero. No meu entendimento de leigo, com tudo que o [advogado] Fernando José Costa tentou me explicar parece que vai ter fim. Eu vim confiante, mas não vim com o jogo ganho. A gente nunca sabe o que pode acontecer, a gente só pode falar pela nossa cabeça. Mas a gente sentiu um sentimento de alívio muito grande", disse o empresário.

Correa disse que, após o resultado sair no Tribunal de Justiça, ligou para a família em São Paulo.

"Eu falei com meu irmão, com a Ana e com a minha mãe. Todo mundo muito satisfeito com o resultado. Agora é voltar para São Paulo, comemorar e ficar todo mundo junto".

Durante o julgamento do recurso, não houve sustentação por parte do procurador do Ministério Público que estava presente.

"Seria um absurdo não se entender que agiu Gustavo Correa em legítima defesa", afirmou o advogado Fernando José da Costa.

Costa acredita que, com essa decisão do Tribunal de Justiça, o caso se encerra. "Tendo-se em vista que o Ministério Público aqui hoje, que é um outro procurador, nem realizou a sustentação oral, eu chego até a acreditar que a posição dele talvez não tenha sido a mesma do promotor que realizou o recurso de apelação. (...) Acreditamos que o caso estará juridicamente encerrado porque o sofrimento moral, a saúde isso vai por toda uma vida", disse.

Agência O Globo

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