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Sargento do Exército que morreu após teste de aptidão física

 Foto: Reprodução


O corpo do sargento Gabriel Trettel Telles de 27 anos, que morreu após participar de uma bateriade exercícios durante um teste de aptidão física na Vila Militar, no Rio de Janeiro, foi enterrado com honras militares na tarde desta segunda-feira (21/01), em Itu (SP). O velório começou 6h30 no Cemitério Municipal.
Militares que trabalhavam com Telles, no Rio de Janeiro, estiveram na cidade paulista para acompanhar o velório e o enterro.
De acordo com o chefe de comunicação do Exército no Rio de Janeiro, coronel Carlos Cinelli, Gabriel era terceiro sargento e passou mal na quarta-feira (16) durante um teste para fazer um curso básico de paraquedista. Havia um grupo de militares fazendo o curso e só ele passou mal.
Ainda de acordo com o coronel, o teste físico, em geral, é composto por abdominais, corridas, flexões na barra e subidas na corda. Gabriel teve um mal estar e foi imediatamente levado ao Hospital Geral da Vila Militar e, depois, transferido em seguida para o Hospital Central do Exército. Depois de três dias internado, ele teve a sua morte confirmada na noite de sábado (19).
Segundo o Comando Militar do Leste (CML), o militar faleceu em decorrências de "complicações causadas por próvavel exaustão térmica" durante a bateria de exercícios físicos.
“Apesar de realizados todos os procedimentos e protocolos para a sustentação da vida, lamentavelmente veio a óbito na noite do dia 20 de janeiro”, destacou.
Em nota, o CML também lamentou o ocorrido e afirmou prestar apoio aos familiares de Gabriel. “Os integrantes do CML solidarizam-se com a família do sargento Telles neste momento de dor e pesar, à qual está sendo dado todo o apoio espiritual, psicológico e administrativo", finaliza.
O CML garantiu que já instaurou um Inquérito Policial Militar (IPM) para apurar a morte do terceiro sargento, que vai ter o prazo de 40 dias para as investigações. Este prazo pode ainda ser prorrogado por mais 20 dias.
Gabriel era nascido e criado em Itu, mas trabalhava na 21ª Bateria de Artilharia Antiaérea Paraquedista, na Vila Militar do Rio de Janeiro. O pai dele, Benedito Celso Telles, é escrivão de polícia na Delegacia de Itu. *Com informações de Arcílio Neto, da TV TEM/ G1 SP.

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