Intervenção Militar no Rio é para agradar ricos e massacrar pobres, avalia Galo


Presidente da Comissão de Direitos Humanos e Segurança Pública da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Marcelino Galo (PT) voltou a criticar a intervenção militar no Rio de Janeiro. Para o parlamentar, a medida do governo Michel Temer, além de eleitoral e de ser uma jogada para encobrir a derrota da Reforma da Previdência em 2018, busca agradar ricos e massacrar os pobres.
“A população que mora nos morros, periferias e favelas deseja e carece, na verdade, de uma intervenção sociocultural. De investimentos em atividades esportivas, lúdicas, educacionais e culturais. Mas esse governo golpista, com suas propostas ultraliberais, só sabe garantir o lucro dos ricos, os ganhos do mercado financeiro, e contribuir com o aumento da desigualdade econômica em nosso país”, enfatizou Galo, recordando que Michel Temer, com apoio do PMDB, DEM e PSDB, entre outros, congelou os investimentos públicos em educação, saúde, cultura e segurança pública por 20 anos e cortou 10% do orçamento da União voltado à segurança no Brasil.
“Esse consórcio golpista cortou também em 45% o orçamento da Polícia Rodoviária Federal. Cortou em 44% o orçamento da Polícia Federal. Os golpistas irão, portanto, agravar o quadro nacional com suas propostas ultraliberais, que reduz a força operacional do Estado, retiram direitos, penalizam e criminalizam os mais pobres, mas mantém os privilégios dos mais ricos”, enfatizou Marcelino, que tem participado de debates sobre o Ciclo Completo de Polícias, o Termo Circunstanciado de Ocorrência e sobre o Método Apac, entre outros.

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Assessoria de Imprensa